O divórcio consensual, quando o casal concorda com os termos da separação, é mais rápido e pode até ser feito em cartório (quando não há filhos menores ou incapazes). Já o divórcio litigioso, quando há discordância sobre bens, guarda ou pensão, precisa passar pelo Judiciário e tende a levar mais tempo. Saber, desde o início, em qual desses dois caminhos o seu caso provavelmente se encaixa ajuda a planejar prazos e expectativas.
Partilha de bens: o que levar para a primeira reunião
Uma lista organizada com o regime de bens do casamento, documentos de imóveis e veículos, extratos de contas e investimentos, e eventuais dívidas em nome de cada um agiliza bastante a primeira conversa. Quanto mais claro estiver o retrato patrimonial do casal, mais rápido é possível avaliar o caminho mais adequado para a partilha.
Guarda e pensão: pontos que evitam retrabalho
Quando há filhos, vale já chegar com uma ideia do que considera viável em termos de rotina de convivência (guarda compartilhada não significa tempo igual, mas responsabilidade compartilhada nas decisões) e uma estimativa realista de despesas da criança, que costuma ser a base para a discussão de pensão. Ter isso organizado evita que a primeira reunião seja gasta só levantando informações básicas.
